الخميس، 22 أكتوبر 2015

O Profeta Muhammad observava o jejum neste dia para expressar sua gratidão para com Allah

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O Profeta Muhammad (saws) observava o jejum neste dia para expressar sua gratidão para com Allah.
Abu Bakr (رضي الله عنه) relatou que o Profeta (saws) disse: "O ano é de doze meses, dos quais quatro são sagrados, os três meses consecutivos de Dhu’l-Qa’dah, Dhu’l-Hijjah e Muharram, e Rajab Mudar, que está entre Jumaada e Sha'baan." (al-Bukhari, 2958)
Jejuar no dia 10 de Muharram, conhecido como o Dia de Ashura, expia os pecados do ano anterior. Quando o Profeta (saws) chegou a Madinah em 622 CE, ele soube que os judeus jejuavam no décimo dia de Muharram e perguntou-lhes qual a razão para jejuar nesse dia. Eles disseram, “Esse é um dia abençoado. Nesse dia Allah salvou os Filhos de Israel de seus inimigos (no Egito) e o Profeta Mussa (عليه السلام) (Moisés) jejuou nesse dia em agradecimento a Allah.” Ouvindo isso, o Profeta (saws) disse, “Nós estamos mais próximos de Musa do que vocês estão.” E assim ele jejuou nesse dia e ordenou aos muçulmanos para jejuarem nesse dia. (Al-Bukhari)
No ano seguinte Allah ordenou aos muçulmanos que jejuassem no mês de Ramadan, e o jejum de Ashura se tornou opcional. Também é relatado que o Profeta (saws) tinha a intenção de jejuar no nono e no décimo dia. Ibn `Abbas (رضي الله عنه) contou: O Mensageiro de Allah (saws) jejuou no dia de Ashura e ordenou que todos o fizessem. As pessoas disseram "Oh Mensageiro de Allah (saws), esse é um dia que os Judeus e os Cristãos honram." O Profeta (saws) respondeu: "Quando o próximo ano chegar, insha Allah, nós jejuaremos também no nono dia." A morte do Profeta (saws) veio antes do ano seguinte. (Muslim e Abu Dawoud)
Assim, de acordo com os estudiosos, você pode escolher entre jejuar o Ashura em três dias (o nono, o décimo e o décimo primeiro); em dois dias (o nono e o décimo); ou em um único dia (o décimo).
O Profeta (saws) disse, “Jejuar no dia de Ashura’ (é de grande mérito), e eu espero que Allah aceite o jejum como expiação pelos pecados cometidos no ano anterior.” (relatado por Muslim)
Abu Huraira (رضي الله عنه) disse: "O Mensageiro de Allah (saws) disse: "O melhor jejum depois do Ramadan, é o jejum no mês de Allah de Muharram." (relatado por Muslim, 1982)
Mu’awiyah ibn Abu Sufyan (رضي الله عنه) relatou: “Escutei o Profeta (saws) dizer: "Hoje é o dia de Ashura. Allah não determinou esse jejum como obrigatório para vocês. Mas eu estou jejuando. Aquele dentre vós que quiser observar o jejum, que o faça, e aquele que não quiser, não precisa fazer o jejum." (Sahih Muslim)
Ibn 'Abbas (رضي الله عنه) disse: "Eu nunca vi o Mensageiro de Allah (saws) tão entusiasmado para jejuar um dia e dar a ele prioridade sobre qualquer outro como o dia de 'Ashura'." (al-Bukhari)
Mas a expiação dos pecados menores só acontece se você evitar os pecados maiores. É um grande engano contar com um único dia de jejum para “por as contas em dia”. Se você é negligente com suas orações diárias, ou com o jejum de Ramadan, ou se você fofoca, mente, comete adultério ou outros pecados maiores, apenas fazer o jejum de Ashura não vai repara seus pecados! O grande estudioso Ibn Al-Qayyim Al-Jawziyya (رحمه الله) (b. 691 AH/1292 CE) escreveu:
Essas pessoas mal orientadas não sabem que jejuar o mês de Ramadan e orar cinco vezes ao dia é muito mais importante que jejuar no Dia de Arafah e no Dia de Ashura’, e que (cumprindo a oração e jejum obrigatórios) eles expiam suas sinas de um Ramadan até o próximo, ou de uma Sexta-feira até a próxima, contanto que sejam evitados os pecados maiores. Mas eles não podem expiar os pecados menores se não evitarem os maiores; só quando as duas coisas se dão conjuntamente é que os jejuns opcionais podem expiar os pecados menores. Dentre as pessoas em erro pode estar aquele que pensa que suas boas ações superam seus pecados, porque ele não presta atenção em suas más ações ou nem mesmo confere seus pecados, mas se faz uma boa ação aí sim ele presta atenção e se apoia nela. Esse indivíduo é como aquele que busca o perdão de Allah com sua lingual (ou seja, apenas nas suas palavras), e glorifica Allah repetindo “subhan Allah” cem vezes por dia, mas então fofoca sobre seus irmãos e calunia sua honra, e passa o dia inteiro falando de coisas que não são do agrado de Allah. Essa pessoa está sempre pensando sobre o seu mérito em repetir “subhan Allah” e “la ilaha illa Allah”, mas não presta atenção no que é ensinado sobre aqueles que fofocam, mentem e caluniam, ou que cometem outros pecados da palavra. Esses estão completamente iludidos. (Al-Mawsu`ah Al-Fiqhiyyah, part 31, Ghuroor)
Shaykh ul-Islam (رحمه الله) disse: "Jejuar no dia de 'Ashura' é expiação por um ano, e não é makruh jejuar apenas este dia … " [Al-Fatawa al-Kubra, parte 5] Em Tuhfat al-Muhtaj de Ibn Hajar al-Haytami, ele disse: "Não há nada de errado em jejuar apenas no dia de 'Ashura'." [Parte 3, Bab Sawm at-Tatawwu']
Imam an-Nawawi (رحمه الله) disse: "Ele é expiação para todos os pecados menores i.e. é perdão para todos os pecados exceto os pecados maiores." Então ele disse: "Jejuar no dia de 'Arafah expia dois anos e o dia de 'Ashura' expia um ano. Se quando uma pessoa disser 'Amin' coincidir com o 'Amin' dos anjos, ele terá todos os pecados anteriores perdoados… Cada uma das coisas que mencionamos trará expiação. Se há pecados menores para os quais expiação é necessária, a expiação por eles será aceita; se não houver pecados menores ou maiores, boas ações serão adicionadas à seu registro e a pessoa será elevada em status … Se tiver cometido pcados maiores e nenhum pecado menos, nós esperamos que os pecados maiores sejam reduzidos." [Al-Majmu' Sharh al-Muhadhdhab, parte 6, Sawm Yawm 'Arafah]
Shaykh ul-Islam Ibn Taymiyyah (رحمه الله) disse: "Taharah, salah, e jejuar no Ramadhan, no dia de 'Arafah e no dia de 'Ashura' expia apenas os pecados menores." [Al-Fatawa al-Kubra, part 5]
Você pode ter ouvido falar sobre alguns costumes associados com o Dia de Ashura, tais como cozinhar comidas especiais com ou sem grãos, ou usar roupas novas, ou gastar dinheiro com a família, ou comprar os suprimentos do ano naquele dia, ou praticar atos especiais de adoração, tais como orações especiais ou sacrificar um animal naquele dia, ou separar um pedaço da carne do sacrifício para cozinhar com grãos, ou usar o kohl e a henna, ou tomar banho (ghusl), ou apertar as mãos uns dos outros, ou fazer visitas, ou visitar as mesquistas ou mashhads (templos), etc... tudo isto é bid'ah censurável e é errado. Nada disso tem a ver com a sunnah do Mensageiro de Allah (saws) ou com a prática dos Khulafa’ al-Raashidoon. Nada disso foi aprovado por qualquer dos imames dos muçulmanos, nem Malik, nem at-Thawri, nem al-Layth ibn Sa'd, nem Abu Haneefah, nem al-Oozaa'i, nem al-Shaafa'i, nem Ahmad ibn Hanbal, nem Ishaaq ibn Raahwayh, nem qualquer dos imames e estudiosos dos muçulmanos.' (al-Fataawa al-Kubra, de Ibn Taymiyah)
Outros consideram um dia de luto e lamentação em honra do neto do Profeta (saws) Al-Husayn (رضي الله عنه), que foi morto em batalha nesse dia. O estudioso Ibn Taymiyah (que Allah tenha misericórdia dele) afirmou que todos esses costumes são bid`ahs (inovações repreensíveis) que devem ser evitadas.
Ibn al-Haaj (رحمه الله) citou que um dos bid'ahs comuns no dia de 'Aashooraa' era pagar deliberadamente o zakaat neste dia, cedo ou tarde, ou matar uma galinha só para a ocasião, ou - no caso das mulheres - usar henna. (al-Madkhal, parte 1, Yawm ‘Aashooraa’)
Aproveitem essa oportunidade para se aproximar de Allah no dia de Ashura’ através do jejum e da prece por perdão.
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Jesus no Alcorão detém

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Jesus no Alcorão detém uma das mais altas estaturas entre os Profetas. Ao contrário de outros Profetas que realizaram milagres, o próprio Jesus foi um milagre, já que nasceu de uma mãe virgem, e Deus o descreveu e à sua mãe da seguinte forma:
“...e Nós fizemos dela (Maria) e de seu filho (Jesus) um sinal para os mundos.” (Alcorão 21:91)
Entretanto, no Alcorão, Jesus é descrito como tendo muitos milagres que não foram concedidos a outros profetas. Deus diz:
“E concedemos a Jesus, filho de Maria, claros milagres” (Alcorão 2:87)
O que vem a seguir é uma breve descrição dos milagres realizados por Jesus mencionados no Alcorão.
1. Uma Mesa Servida com Alimentos
No quinto capítulo do Alcorão, “A Mesa Servida” – que recebeu seu nome por causa desse milagre de Jesus, Deus narra como os discípulos de Jesus pediram a ele para pedir a Deus para enviar uma mesa com alimentos, para que fosse um dia especial de comemoração para eles no futuro.
“Quando os discípulos disseram: Ó Jesus, filho de Maria, poderá o teu Senhor fazer-nos descer do céu uma mesa servida? Ele disse: Temei a Deus, se sois crentes! Tornaram a dizer: Desejamos desfrutar dela, para que os nossos corações sosseguem e para que saibamos que nos tens dito a verdade, e para que sejamos testemunhas disso. Jesus, filho de Maria, disse: ‘Ó Deus, Senhor nosso, envia-nos do céu uma mesa servida! Que seja um banquete para o primeiro e último de nós, constituindo-se num sinal Teu; agracia-nos, porque Tu és o melhor dos agraciadores.” (Alcorão 5:112-114)
Uma vez que a ocasião era para ser “um festival recorrente,” é provavelmente a Última Ceia,[1] também chamada de Ceia do Senhor, Eucaristia ou Comunhão. A Eucaristia sempre tem estado no centro da adoração cristã. A Enciclopédia Britânica diz:
“A Eucaristia é um sacramento cristão comemorando o ato de Jesus em sua Última Ceia com seus discípulos... As cartas de Paulo e os Atos dos Apóstolos tornam claro que o Cristianismo primitivo acreditava que essa instituição incluía um mandato para continuar a celebração...A Eucaristia formou um ritual central da adoração cristã.” [2]
2. Enquanto Ainda Estava no Berço
Um dos milagres mencionados no Alcorão, embora não mencionado na Bíblia, é o fato de que Jesus, enquanto ainda estava no berço, falou para proteger sua mãe Maria de quaisquer acusações que as pessoas pudessem fazer a ela devido a ter um filho sem um pai. Quando ela foi abordada sobre esse estranho incidente após o parto, Maria simplesmente apontou para Jesus, e ele milagrosamente falou, assim como Deus havia prometido a ela na anunciação.
“Falará aos homens, ainda no berço, bem como na maturidade, e se contará entre os virtuosos.” (Alcorão 3:46)
Jesus disse às pessoas:
“Sou o servo de Deus, o Qual me concedeu o Livro e me designou como profeta. Fez-me abençoado, onde quer que eu esteja, e me encomendou a oração e (a paga do) zakat enquanto eu viver. E me fez piedoso para com a minha mãe, não permitindo que eu seja arrogante ou rebelde. A paz está comigo, desde o dia em que nasci; estará comigo no dia em que eu morrer, bem como no dia em que eu for ressuscitado.” (Alcorão 19:30-33)
3. E se Tornou um Pássaro
Deus menciona um milagre que não foi concedido a nenhum outro no Alcorão exceto Jesus, um que é um grande paralelo de como o próprio Deus criou Adão. Esse é um milagre que ninguém pode discutir sua grandeza. Deus menciona no Alcorão que Jesus diz:
“...plasmarei de barro a figura de um pássaro, à qual darei vida, e a figura será um pássaro, com beneplácito de Deus,...” (Alcorão 3:49)
Esse milagre não é encontrado no Novo Testamento, mas é encontrado no Evangelho da Infância de Tomé, não-canônico: “Esse menino Jesus, que na época tinha cinco anos, encontrava-se um dia brincando no leito de um riacho... Fez depois uma massa mole com barro e com ela formou uma dúzia de passarinhos... Jesus, batendo palmas, dirigiu-se às figurinhas: ‘Voai, e lembrai de mim, agora que estão vivos!’ E os passarinhos foram todos embora, gorjeando.” (Evangelho da Infância de Tomé:2)
4. Curando o Cego e o Leproso
De forma semelhante ao Novo Testamento[3], o Alcorão também menciona que Jesus curou o cego e os leprosos.
“Eu também curo o cego e o leproso.” (Alcorão 3:49)
Os judeus do tempo de Jesus eram muito avançados na ciência da medicina e muito orgulhosos de suas realizações. Por essa razão, milagres dessa natureza foram concedidos a Jesus por Deus, aqueles que os judeus pudessem bem entender que nenhuma força na natureza poderia fazer coisa igual.
5. A Ressurreição do Morto
“...e ressuscitarei os mortos, com a anuência de Deus.” (Alcorão 3:49)
Isso, como a criação de um pássaro, foi um milagre de natureza incomparável, um que deveria ter feito os judeus acreditarem na missão profética de Jesus sem nenhuma dúvida. No Novo Testamento lemos três casos nos quais Jesus trouxe os mortos de volta à vida com a permissão de Deus – a filha de Jairo (Mateus 9:18,23; Marcos 5:22,35; Lucas 8:40,49), o filho da viúva em Naim (Lucas 7:11), e Lázaro (João 11:43).
6. As Provisões de Hoje e Amanhã
Foi concedido a Jesus o milagre de saber quais pessoas tinham acabado de comer e também o que elas mantinham em estoque para os dias vindouros. O Alcorão relata que Jesus disse:
“...vos revelarei o que consumis o que entesourais em vossas casas. Nisso há um sinal para vós, se sois crentes.” (Alcorão 3:49)
Uma Demonstração de Verdade
De forma semelhante a outros profetas, Jesus realizou milagres para convencer os céticos de sua verdade, não para demonstrar sua divindade. O Alcorão diz:
“Nisso há um sinal para vós, se sois crentes.” (Alcorão 3:49)
Esses milagres foram realizados apenas pela Vontade de Deus, e se Ele não desejasse que ocorressem, eles nunca teriam acontecido. Deus afirma isso de forma explícita no Alcorão, dizendo que eles aconteceram
“...pela permissão de Deus” (Alcorão 3:49; 5:10)
Embora os muçulmanos não possam confirmar, a Bíblia, através de certas narrações, afirma que Jesus às vezes falhou na realização de milagres. Uma vez quando Jesus tentou curar um homem cego, ele não foi curado após a primeira tentativa e Jesus teve que tentar uma segunda vez (Marcos 8: 22-26). Em outra ocasião, “Ele não pôde fazer quaisquer milagres lá, exceto por suas mãos sobre algumas pessoas doentes e curá-las.” (Marcos 6:5)
Permanece o fato de que não foi através de sua própria vontade que Jesus ou qualquer outro profeta realizou milagres. Ao contrário, eles foram realizados somente pela Vontade de Deus Todo-Poderoso - um fato mencionado de forma também explícita na Bíblia:
"Varão aprovado por Deus entre vós com milagres, prodígios e sinais, que Deus por ele fez no meio de vós...” (Atos 2:22)
Footnotes:
[1] Mateus 26:17–29; Marcos 14:12–25; Lucas 22:7–38; I Cor. 11:23–25
[2] “Eucharist (Eucaristia).” Enciclopédia Britânica de Encyclopædia Britannica Premium Service. (http://www.britannica.com/eb/article-9033174)
[3] Curando o cego (Mateus 8:2, Marcos 1:40, Lucas 5:12, Lucas 17:11), e o leproso (Mateus 9:27, Mateus 8:22; 20:30, Marcos 10:46, Lucas 18:35, e João 9:1)
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Virtues of Remembering Allah s.w.t

fajr

pray

‏‎Dr. Bilal Philips‎‏ مع ‏‎Abdul Qadir Kalkundri‎‏ و‏‏49‏ آخرين
 help. Secondly, stay calm, as Allah promised us that his help is near. Thirdly, reflect on the unknown consequences of getting what we pray for, perhaps it is better we don't get it? And fourthly, accept the outcome, regardless. Dr Bilal

راحتك

Ruling on having a dog


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Ruling on having a dog
ALSALAAM ALAIKUM
I HAVE A QUESTION ABOUT KEEPING PETS IN THE HOUSE.I KNOW THAT THE KALB(DOG)IS CONSIDERED NIJASA, BUT I DON'T KNOW WHY.
I REMEMBER A SECTION IN THE Qur'an WHERE THE PROPHET PEACE BE UPON HIM ONCE GAVE A THIRSTY DOG WATER TO DRINK OR SOMETHING TO THAT EFFECT.
COULD YOU PLEASE ELABORATE.
THANK YOU
----
Praise be to Allaah.
According to Islaamic Sharee’ah, it is not permitted to keep a dog except within narrowly-defined limits, as the Prophet (peace and blessings of Allaah be upon him) explained: "Whoever keeps a dog, his good deeds will decrease every day by one qeeraat (a unit of measurement), unless it is a dog for farming or herding." According to another report: ". . . unless it is a dog for herding sheep, farming or hunting." (Reported by al-Bukhaari, al-Fath, 2322)
Dogs are extremely naajis (impure, unclean). The Prophet (peace and blessings of Allaah be upon him) said: "If a dog drinks from the vessel of any one of you, let him wash it seven times" (reported by Muslim, no. 279). According to another report: ". . . and clean it the eighth time with earth." (Saheeh Muslim, no. 280).
It is forbidden in Islaam to sell a dog and to receive payment for it, as is reported in Saheeh al-Bukhaari from Abu Mas’oud al-Ansaari: the Messenger of Allaah (peace and blessings of Allaah be upon him) forbade (accepting) the price of a dog. (al-Fath, no. 2237)
The Prophet (peace and blessings of Allaah be upon him) told us not to resemble dogs by placing our forearms on the ground during sujood (prostration), as in reported in the hadeeth narrated by Anas ibn Maalik, according to which the Prophet (peace and blessings of Allaah be upon him) said: "Do sujood properly; none of you should spread his forearms like a dog does." (al-Bukhaari, Fath, no. 822).
Whoever keeps a dog in his house is denied the blessing of the angels’ presence in his house, as the Messenger of Allaah (peace and blessings of Allaah be upon him) said: "The angels do not enter a house in which there is a dog." (Reported by al-Bukhaari, 3225).
Keeping dogs nowadays is the habit of the kuffaar, who adopt them as friends, kiss them, let them lick them and their clothes, sleep with them and even leave them money in their wills. Keeping a dog is an imitation of the kuffaar. Some Muslims may claim that they need to keep a dog at home for purposes of protection, to which we respond that nowadays there are burglar alarm systems and other measures one may take for security purposes, and there is no need to keep a dog, praise be to Allaah.
It only remains for us to say that the fact that it is forbidden to keep a dog and interect closely with it does not mean that we should not be kind or feel compassion towards dogs if we see them in a pitiful state. These are two entirely separate matters. The Prophet (peace and blessings of Allaah be upon him) told us that "a man saw a dog biting the dust because of thirst, so he took his shoe and started to scoop water up with it until the dog’s thirst was quenched. Allaah appreciated his good deed and granted him entry to Paradise for it." (Reported by al-Bukhaari, no. 174).
According to another report, the Prophet (peace and blessings of Allaah be upon him) said: "Whilst a man was walking he became very thirsty, so he went down to a well and drank from it. When he came out, he saw a dog panting and biting the soil because of thirst. The man said, ‘He is suffering the same as I suffered,’ so he filled his shoe (with water), came out and let the dog drink until his thirst was quenched. Allaah appreciated his good deed and forgave him because of it." The people asked, "O Messenger of Allaah, will we be rewarded for how we treat animals?" He said, "In every living thing there is a reward." (Reported by al-Bukhaari, Fath, no. 2363).
We do not want to omit reminding you of the importance of reading the Qur’aan properly and referring to it. You say in your question that the story of the thirsty dog is in the Qur’aan, and that is not the case, as it is reported in the Sunnah.
And Allaah knows best.
Islam Q&A
Sheikh Muhammed Salih Al-Munajjid